Tenho pena de deixar aqueles com quem tenho trabalhado no último ano e meio, principalmente porque sei que se a Lloyds não se mexer para arranjar alguém que dê sequência ao trabalho, eles vão passar um mau bocado. Mas na hora de decidir, e tendo todas aquelas razões de um lado e a equipa com quem trabalho do outro, juntei um pouco de egoísmo e acabei por decidir pelo que era melhor para mim.
De resto, gostei da forma como eles reagiram à notícia. Confesso que estava mais apreensivo para lhes comunicar a decisão do quando a comuniquei à minha chefe mas perceberam bem as minhas razões. Desde quinta-feira nada mudou nos seus comportamentos ou na relacção que temos. Entretanto, nos próximos dois meses, farei o possível para passar a quem vier toda a informação que tenho, tudo o que faço na farmácia e, muito em especial, tudo o que criei relativamente à prisão de Gloucester.
Quanto à Lloyds, agradeço muito o que fizeram por mim, as oportunidades que me deram e o quanto me permitiram crescer. Sou hoje muito melhor farmacêutico e melhor gestor de pessoas do que era há dois anos e meio. Mas acho que também fui um bom investimento: paguei tudo quanto investiram em mim e, mesmo saindo, creio que também para eles valeu a pena.
Quanto à Lloyds, agradeço muito o que fizeram por mim, as oportunidades que me deram e o quanto me permitiram crescer. Sou hoje muito melhor farmacêutico e melhor gestor de pessoas do que era há dois anos e meio. Mas acho que também fui um bom investimento: paguei tudo quanto investiram em mim e, mesmo saindo, creio que também para eles valeu a pena.
Quanto ao futuro, vou já preparando a transição para o novo emprego... Tenho um ficheiro no ambiente de trabalho onde, quase diariamente, vou apontando questões de que me vou lembrando e que tenho que ter respondidas nas primeiras semanas. Tenho dois meses para encher aquilo...
E no fundo é isto... Não há que ter medo da mudança... Há é que trabalhar...
